Menu Principal

quinta-feira, 23 de junho de 2016





Tornou-se possível usar o Google Maps offline no Android: para tanto, basta fazer o download grátis dos mapas, para consultar mesmo quando não tiver uma conexão com a internet ou quando o celular estiver em  modo avião. O lançamento do recurso foi anunciado em maio de 2015, com o início de sua operação em novembro. 
A funcionalidade foi pensada especialmente para países com conexão ruim ou cara. De acordo com a desenvolvedora, uma pesquisa realizada com mil usuários brasileiros apontou que 40% já teve problemas para acessar um mapa devido a falhas na rede. Se você é um dos que pretende usar o recurso, aprenda como ele funciona no tutorial abaixo.


Passo 1. A primeira coisa a fazer é atualizar a versão 9.17 do app. Entre na Google Play Store e toque no botão “Atualizar”. O upgrade foi liberado gradualmente até o momento, estava funcionando muito bem. Portanto, se a atualização não estiver disponível para o seu smartphone, é provável que isso aconteça nos próximos dias novas atualizações e inserção de novas localidades;




Passo 2. Depois de atualizar, entre no Maps e digite o nome do local – neste exemplo, usamos “Brasília-DF”. Agora toque no menu principal e selecione “Seus lugares”;






Passo 3. Role a tela para baixo até chegar em "Áreas offline" e toque em “Fazer download uma nova área offline”. Aumente ou diminua o zoom até enquadrar a área total que você quer tornar disponível offline e clique no botão “Download” – o limite do arquivo é de 2,5 GB. Depois nomeie o mapa e toque em “Salvar”;





Passo 4. Pronto. Seu mapa já está salvo e pode ser acessado mesmo sem conexão com a Internet através do menu “Seus lugares”. A ferramenta de voz com orientações passo a passo funciona normalmente, assim como o horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais. O mapa fica disponível por 30 dias.




Mais um vídeo  reforçando na prática os passos a seguir.




quarta-feira, 22 de junho de 2016

A briga de espaço no mercado Tecnologico

Google lança Spaces

o app rival do WhatsApp foca em grupos temáticos

 

 

O Google lançou na segunda-feira (16) de maio um novo rival para o WhatsApp, o Spaces. Com a integração do Google Search, YouTube, Chrome e outras soluções Google, o app permite compartilhar texto, foto e vídeo em um só lugar. Disponível via plugin para Google Chrome, Android, iPhone (iOS) e em versão web móvel do Gmail, o Spaces organiza “espaços” para cada tema debatido entre os usuários. Ou seja, você pode criar o que desejar, personalizar e conversar sobre tudo em um bate-papo cheio de recursos.

Sendo assim, conversar em grupo pode ficar mais fácil e organizado que nos apps tradicionais e mensageiros. Para criar uma espécie de fórum temático, o usuário pode convidar seus amigos por e-mail e Facebook, além de enviar um link para que eles possam acessar o debate de onde estiverem.

No blog oficial do Google, a gigante de Internet informou o motivo de criarem o Spaces, que já pode ser visto como um rival para grandes apps de mensagens em grupo como o WhatsApp e o próprio Facebook.
“Compartilhar coisas normalmente envolve ir e voltar de aplicativos e copiar e colar links. Conversas em grupo frequentemente fogem do assunto, e as coisas se perdem em threads infinitas que você não pode recuperar quando precisa”, explica Luke Wroblewski, diretor do Google responsável pelo novo produto.

Faça o download grátis do app e receba dicas e notícias de tecnologia no Android ou iPhone, clique na imagem abaixo do spaces para ser direcionado para o site do Google Spaces e aproveite.

E com o novo app, o usuário não vai perder o conteúdo compartilhado, poderá conversar com as pessoas que possuem o mesmo interesse e não vai precisar sair de um app para outro em busca de notícias.  Experimente e compartilhe suas experiências aqui no Escrutina.


https://get.google.com/spaces/
Clique na Imagem para visitar o site do Spaces

 

terça-feira, 21 de junho de 2016

Aspectos Básicos da Computação em nuvem ( Cloud Computing)







O termo traduz uma série de possibilidades trazidas pela evolução  em sistemas de armazenamento e processamento a distância aliada à internet de alta velocidade e mobilidade de conexão.

Por dentro da nuvem além da banda larga, a computação em nuvem depende amplamente de seus datacenters e servidores. As bases de dados e de processamentos estão espalhados pelo mundo: são os grandes computadores que guardam “fisicamente” os dados que estão na rede.

Em uma próxima oportunidade nos aprofundaremos mais no assunto, por enquanto, apenas noções da computação em nuvem.

Privacidade e Segurança

Especialistas afirmam que todos os dados que estão na web podem ser acessados. Entusiastas e desenvolvedores do Cloud Computing refutam ao afirmar que há bons métodos de segurança como a criptografia. Mesmo assim, os dados estão em bases de dados alheias.

Virtualização

Desenvolvedores e fabricantes lançam seus projetos na rede. Seu funcionamento independe de sua origem: o software está separado do hardware.

Compartilhamento

Sob o mesmo princípio, qualquer internauta pode colocar dados na nuvem. Fotos, músicas e documentos não ficam restritos ao HD, mas sim a internet.

Demanda

O software, assim como as mídias, tornam-se serviços, não mais um produto. É como usar um táxi ou uber em vez de comprar um carro.

Modelos de implantação
  •  Nuvem privada –  Exclusivo acesso para um único usuário.
  •  Nuvem pública –  Aqueles executados por terceiros.
  •  Nuvem híbrida –  Combinação entre privada e pública.
  •  Nuvem comunitária –  Administrado por organizações ou por um terceiro.

Aqui temos uma explanação do custo benefício do uso de datacenters. A empresa Dynamic Enterprise Computing da Level 3 oferece um serviço de infraestrutura de alto rendimento através de um modelo dinâmico de consumo, possibilitando aos clientes adaptação do serviço às suas necessidades e não suas necessidades ao serviço. Vamos assistir ao vídeo e entender como isso funciona, quais os objetivos, enfim o estágio atual da computação em nuvem, que possibilita aos usuários a uma gama de possibilidades.




Continuação Computação em Nuvem




Computação em nuvem (cloud computing) é uma tecnologia que permite acesso remoto a programas (softwares), arquivos (documentos, músicas, jogos, fotos, vídeos) e serviços por meio da internet.

Digamos que você tenha que entregar um trabalho de escola e você esqueceu-se de imprimi-lo. Como resolver uma situação como esta? Simples, através do computador da escola com acesso a internet, você pode acessar seus arquivos pessoais e imprimir o trabalho. Isto porque com a computação em nuvem os seus dados não estão confinados em um disco rígido de seu computador, eles estão disponíveis na web. Como por exemplo, o Google Docs, onde você pode criar documentos e armazená-los on-line.

O que muitas pessoas não sabem é que, esta tecnologia já vem sendo usada a um bom tempo. Usuários que possuem uma conta de e-mail como, por exemplo no Hotmail, podem acessar seus e-mails em qualquer lugar. Ou seja, não precisam do programa Outlook Express, para poder ler e-mails, simplesmente precisam se logar numa conta de e-mail pela web, em qualquer computador conectado a internet. Não existe um software do Hotmail instalado no computador, ele é acessado pela Web, ou seja, está na nuvem. Porque nuvem? A nuvem é um símbolo muitas vezes usado para representar a internet em diagramas e fluxogramas, portanto o termo foi utilizado para representar a internet.

Os principais fornecedores deste tipo de tecnologia são Microsoft, Salesforce, Skytap, HP, IBM, Amazon e Google. Os clientes da computação em nuvem para ter acesso a serviços completos precisam pagar pelos recursos que utilizam. Muitos acham esta tecnologia uma boa forma de economizar dinheiro com hardware, software e serviços, principalmente as empresas. Grandes organizações, ao utilizar a computação em nuvem, não precisam comprar, por exemplo, um conjunto de softwares ou licenças de software para cada funcionário. Em vez disso, contrataria um serviço de computação em nuvem e pagaria uma taxa.

As principais características da computação em nuvem são a agilidade, escalabilidade, acesso em qualquer local e por diferentes aparelhos (telefones celulares, laptops e PDAs), permite o compartilhamento de recursos por um grande grupo de usuários, serviços fáceis de usar, não sendo necessária instalação. Porém, o quesito segurança preocupa um pouco. Assim como tem surgido tecnologias como esta para facilitar o acesso às informações, paralelamente pessoas especializadas em invadir computadores e programas, os "hackers" podem invadir nossos dados e roubá-los. No entanto, estas empresas fornecedoras da computação em nuvem investem muito em segurança, nos chamados “antivírus em nuvem”.

A tendência é que os computadores do futuro terão preços baixos, se comparados com os preços atuais, visto que serão produzidos de forma mais simplificada, já que boa parte de seus dados poderão ser armazenados fora do hardware. Com destaque para os mini laptops, pois podem ser facilmente carregados, possuem baixo consumo de energia e são bem mais baratos.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Maps


GOOGLE   MAPS 


 

               
O Google dispensa comentários com todas as inovações que ele faz. Hoje falaremos um pouco sobre a API do Google Maps. API (Application Programming Interface ou Interface de Programação de Aplicativos) é a forma que temos de nos comunicar com as funções pré-programadas definidas pelo fornecedor, no caso, Google. Esta API permite a criação de mapas com locais definidos, controle de zoom, tipos de mapa, geração de rotas, pesquisa por estabelecimentos, e muitas coisas mais.

Esta ferramenta além de nos socorrermos com as nossas localizações, proximidades, localizações comerciais, serviços, entre outros, também  podemos traçar nossas rotas, com acessos a caminhos mais fáceis ao nosso destino.  

Pode ainda funcionar com um GPS, inclusive podendo ser criados mapas offline gerados previamente para serem usados posteriormente, este assunto será tratado de uma forma direcionada.              

Mas, nós também podemos contribuir com a geração de localidades e mapas descritos a serem inclusos no Google Maps. Veremos a seguir abaixo sobre o aplicativo de programação interface.     

Introdução à Google Maps API

 

 


Veja neste artigo uma introdução à Google Maps API, usando a versão 3 da biblioteca JavaScript. Veremos o que é preciso para começar a usá-la e uma breve explicação sobre outras APIs também do Google Maps.


Olá, Tudo bem? Vamos trabalhar neste artigo uma visão introdutória da API do Google Maps, de modo que serão utilizados exemplos básicos, afim que venha a despertar a curiosidade e estimular o uso da mesma em nossas aplicações.



O que é a Google Maps API?


É um serviço público e gratuito que qualquer pessoa pode usar em seus sites e aplicações. Desde que o usuário final não seja cobrado, pode usar este serviço, para isto existe a versão paga da API, mas não é o caso para este artigo que visa apenas o estudo e compreensão da mesma.

Na verdade o Google Maps possui várias API’s que podem ser incorporadas ao site/aplicação dependendo de cada caso. Vejamos na tabela abaixo essas API’s e suas descrições retiradas do site oficial da API.




Também temos a versão mobile que não difere muito do que estudaremos.


O que podemos fazer com a Google Maps API?


Nesse artigo o objeto de nosso estudo será a API em Javascript na sua terceira versão, com a qual podemos fazer todas aquelas coisas que você vê no Google Maps, marcar pontos como nossos ícones, desenhar círculos, polígonos, desenhar trajetos dentre outros.

A API é muito grande e seria impossível descrever toda ela aqui, então vamos trabalhar o que pode ser considerado como mais relevante para uma apresentação da API.


Mas primeiro...


Antes de começarmos a brincar com nossos mapas, devemos obter uma chave de autenticação, sem ela não podemos incorporar a biblioteca JavaScript na página. Podemos conseguir a chave gratuitamente, porém ela tem suas limitações, mas nada que vá atrapalhar projetos pequenos. Podemos realizar até 25.000 requisições, está bom não é? Se você trabalha com rastreamento ferrenho, nesse caso você vai precisar da chave paga, mas aí são “outros quinhentos”.


Para obter a chave devemos:


  •     Ter uma conta do Google.
  •     Acessar esse link: Gerenciador de Biblioteca API.
  •     Ativar a Google Maps API v3.
  •     A gora em API Access você pode pegar a sua chave, veja a Figura 1.


Chave de acesso aos serviços do Google

Figura 1: Chave de acesso aos serviços do Google

Agora sim estamos prontos para começar, vamos lá.
Desenhando o mapa

Para desenhar o mapa temos que seguir basicamente três passos, são eles:


  •     Incorporar a biblioteca da API do Google.
  •     Designar um Elemento DOM, uma DIV, por exemplo, onde será desenhando o mapa.
  •     Inserir o trecho de código JavaScript para definir as opções do mapa instanciando, por fim,       um novo objeto.


Acompanhe o código da Listagem 1.

Listagem 1: Desenhando o mapa

<!DOCTYPE html>
<html>
  <head>
    <meta name="viewport" content="initial-scale=1.0, user-scalable=no" />
    <style type="text/css">
      html { height: 100% }
      body { height: 100%; margin: 0; padding: 0 }
      #map_canvas { height: 100% }
    </style>
    <script type="text/javascript"
      src="https://maps.googleapis.com/maps/api/js?key=coloque_sua_chave_aqui” >
    </script>
    <script type="text/javascript">
      function initialize() {
        var mapOptions = {
          center: new google.maps.LatLng(-34.397, 150.644),
          zoom: 8,
          mapTypeId: google.maps.MapTypeId.ROADMAP
        };
        var map = new google.maps.Map(document.getElementById("map_canvas"),
            mapOptions);
      }
    </script>
  </head>
  <body onload="initialize()">
    <div id="map_canvas" style="width:100%; height:100%"></div>
  </body>
</html>  

Ao acessar um arquivo HTML com este código veremos o mapa do Google ocupado 100% da tela, isso por que definimos nossa div “map_canvas” com altura e largura iguais a 100%.

A URL que usamos para importar a biblioteca recebeu a chave como parâmetro, esse parâmetro é obrigatório, mas ela também recebe outros parâmetros que podem ser úteis em alguns casos.

O que temos no JavaScript é a criação do nosso mapa na instancia de “google.maps.Map”, que recebe o id DOM do elemento e as opções iniciais do mapa. Usamos “center” que recebe um objeto LatLng também da API do Google que será a coordenada central, o “zoom” define a altura inicial da visualização e por fim “mapTypeId” que também recebe um tipo da Google API e diz qual será o tipo de mapa (satélite, terreno etc).

Existem muitas outras opções para iniciar o mapa e também métodos que podem alterá-las mesmo depois do mapa criado, como setZoom(), por exemplo.
Colocando um Marker

Marker’s são pontos no mapa, eles são definidos por uma posição geográfica e o ícone, sendo que este último não é obrigatório, caso não passarmos, a API colocará um padrão.

Listagem 2: Desenhando um Marker

//nova posição
var ponto = new google.maps.LatLng(-25.363882,131.044922);
var marker = new google.maps.Marker({
      position: ponto,//seta posição
      map: map,//Objeto mapa
      title:"Hello World!"//string que será exibida quando passar o mouse no marker
      //icon: caminho_da_imagem
  });

O processo não difere de desenhar um mapa, devemos definir as opções iniciais e instanciar um novo objeto Marker.

Da mesma forma que no mapa, existem muitas opções e métodos para usarmos com os marker’s.

Bem, pessoal, ficamos por aqui, dê uma passada antes nos links abaixos para a documentação.

    Opções do Mapa
    Opções de Marker
    API Reference


Espero que tenham gostado e tenham ficado curiosos para desvendar os caminhos do Google Maps API. Até a próxima.

Fonte: http://www.devmedia.com.br



Google

















O Google, também conhecido como Gigante das Buscas, é uma empresa multinacional que oferece serviços online e softwares para download. A companhia tem um leque grande de produtos, entre eles: o Google Tradutor (Translate), o Google Map (com o recurso Street View) e o Google Earth, o navegador Chrome, a assistente virtual Google Now e o Ok Google, a loja de aplicativos Google Play Store, o Google Acadêmico, Google Docs, Google Fotos, e muitos outros. Entretanto, o mais conhecido e usado o buscador Google.com (para o Brasil, Google.com.br), utilizado por mais de 90% dos usuários de Internet. A ferramenta de pesquisa, muito acessada inclusive por quem busca imagens por conta do Google Imagens, processa mais de um bilhão de solicitações e 20 petabytes de dados todos os dias. Fundada por Larry Page e Sergey Brin em 4 de setembro de 1998, a missão da companhia desde o início é “organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível e útil”. Sua sede atual é em Mountain View, na Califórnia. Além do já citados, o Google possui outros produtos de enorme sucesso como o e-mail Gmail, o site de vídeos YouTube, o sistema operacional móvel Android e o sistema operacional de desktop Chrome OS, que roda nos Chromebooks. Há ainda uma verdadeira frota de produtos e serviços online super relevantes como Google Drive, o serviço de armazenamento na nuvem (cloud), o Google Fligths para pesquisa de voos, o Agenda do Google, a rede social Google + (Plus), todos gratuitos, com alguns recursos premium pagos. Como principal rival está o Bing, plataforma semelhante da Microsoft. Para garantir que você está usando mesmo o Google, pode marcá-lo como página inicial e navegador padrão. O site Google.com é a página mais visitada do mundo. A empresa foi considerada pela revista Fortune como o quarto melhor lugar para se trabalhar no mundo e a sua marca é a mais poderosa do mundo, segundo o site BrandZ. O valor de mercado ultrapassa os US$ 159 bilhões e praticamente todo o faturamento da empresa vem de veicular anúncios nos seus produtos gratuitos com bilhões de usuários. 

Se você quiser mais detalhes sobre a criação e desenvolvimento do google, indico o wikipedia sobre o google


Ferramenta e suas Funcionalidades


Vamos falarmos um pouco da utilização das ferramentas Google. Pois muito bom o Google, além da sua pesquisa pela web, tem uma variedade de serviços e ferramentas, onde muitas delas são interligadas umas com as outras. O usuário precisa ter uma conta de e-mail cadastrada no Google para ter todos os serviços à disposição, sendo necessário posteriormente apenas ativar os serviços desejados. Esta é uma lista das ferramentas e serviços oferecidos pelo Google.


Clique na imagem para ir no site criação de contas



O primeiro passo é criar uma conta no Google, não confundir o gmail com a conta no Google, elas estão associadas, porém são coisas distintas, falaremos mais a frente sobre isso. Após a criação da conta o objetivo é configurar o seu perfil e começar utilizar as ferramentas gratuitas.






Clique na imagem para ir o site  motor Google            

O motor de pesquisa na web, que é o principal produto Google Inc. Ele foi a primeira criação da companhia, saindo na versão beta em 21 de setembro de 1999, e até hoje se consolida como o produto mais popular e famoso do mundo. Ele recebe 1 bilhão de visitantes diariamente e a ferramenta de busca mais utilizada na Internet. O Google Search também oferece a pesquisa regional, através de seus domínios a nível regional. Atualmente o Google obtêm 189 diferentes domínios regionais.  





Clique na imagem para ir no site do Google mais    



Rede social do Google. Foi construída agregar serviços sociais do Google, como Google Profiles, Google Buzz e Picasa Web, também introduz muitas características novas, incluindo Círculos (grupos de amigos), Sparks (sugestões de conteúdo), Hangouts (chat por vídeo) e Huddles (chat em grupo). Atualmente tem uma pequena integração com a também rede social do Google. o Orkut. Serviço de rede social, onde os usuários podiam listar suas informações pessoais e profissionais, criar relacionamentos entre amigos e participar de comunidades de interesse mútuo. Em novembro de 2006, o Google abriu inscrição para todos no Orkut, em vez de ser apenas para convidados. O serviço foi descontinuado em 30 de setembro de 2014. Após o surgimento de outras redes como o Facebook, Twiter, MySpace

Chris DeWolfe e Tom Anderson, fundadores do MySpace, vão deixar o comando da rede social, que pertence à News Corp. Em nota, a empresa afirma que a saída de DeWolfe, que não terá o contrato renovado, se deu em "comum acordo", já Anderson está em negociações para "assumir um novo cargo na companhia".
Os executivos foram responsáveis pela criação do MySpace, que foi lançado em 2003 e comprado pela NewsCorp em 2005, por US$ 580 milhões.
A saída dos dois representa uma tentativa da empresa de aumentar os lucros obtidos pela rede. O MySpace tem dificuldades para concorrer com o Facebook nesse sentido, perdendo no ano passado o posto de maior rede social do mundo para esse concorrente. Desta maneira começou a ascensão e queda das empresas virtuais brigando pelos milhões dólares. As que alcançaram sucesso engoliram as mais frágeis. Mas, esse assunto e para uma outra oportunidade, neste momento é apenas para informação complementar.   

Clique aqui para saber mais sobre youtube





















































Form

Form

O que é um aplicativo ou um programa


           É um tipo de software que funciona como um conjunto de ferramentas desenhado para realizar tarefas e trabalhos específicos no seu computador.
Enquanto os sistemas operacionais são encarregados de fazer funcionar o seu computador, os programas são apresentados como ferramentas para melhorar as tarefas que você realiza. Alguns exemplos destes programas ou aplicativos são os processadores de texto, como o Microsoft Word ou Libreoffice, as planilhas de cálculo, como o Excel; e as bases de dados, como o Microsoft Access.

        Os aplicativos para desktops ou notebooks, usualmente são denominados aplicativos para escritório e os para dispositivos para os móveis são denominados aplicativos móveis.
                 Um dispositivo móvel, designado popularmente em inglês por (handheld=portátil) é um computador de bolso habitualmente equipado com um pequeno ecrã (output=saída) e um teclado em miniatura (input=entrada). No caso dos PDAs, o output e o input combinam-se num (ecrã táctil= uma tela sensível, também conhecida por touch screen ). Cada vez mais os dispositivos móveis se tornam integrados e hoje já é muito comum vermos [celulares] que funcionam como PDA (assistente pessoal digital), GPS, TV portátil, consoles, navegador de Internet, WAP, leitores de áudio, vídeo e texto, entre outros. Tudo em um só aparelho.


Processador de texto


Em um processador de texto você pode escrever uma carta, criar um panfleto e distintos tipos de documentos. O processador de texto mais conhecido é o Microsoft Word.

Planilhas de cálculo


Ajudam você a fazer tarefas relacionadas com cálculos matemáticos como o orçamento mensal dos seus gastos ou uma relação de notas dos seus estudantes. A planilha de cálculo mais utilizadas é o Microsoft Excel.

Navegadores


Um navegador de web é uma ferramenta que você utiliza para acessar a internet. A maioria dos computadores vêm com um navegador web pré-instalado, porém você também pode fazer o download de um diferente se preferir. Entre os navegadores, os mais utilizados são: Internet Explorer, Firefox, Google Chrome e Safari.

Reprodutores de Mídia


Se você deseja escutar Mp3´s ou ver filmes que você fez o download, você irá precisar de um reprodutor de mídia.
Quando abrir um aplicativo, este se executa no sistema operacional até que você o feche. A maioria das vezes, você terá mais de um aplicativo aberto de uma vez, e isto é conhecido como multitarefa.


"Um dado curioso é que os aplicativos são conhecidos como Apps, que vem da palavra em inglês Application."

                               Oi Bem Vindo ao Escrutina.




                 Comecei este blog para compartilhar com vocês conhecimentos sobre o mundo tecnológico e ao mesmo tempo aprender com vocês também, a informação com certeza é o bem maior que podemos ter como nossa aliada, e só podemos expandir estas fronteiras acrescentando com os demais que tem para nos ensinar. É como uma grande biblioteca e cada livro tem seus conteúdos para enriquecer o nosso aprendizado, e cada livro mesmo que aborde o mesmo conteúdo sempre tem algo a oferecer, a troca destes conhecimentos por mais que pareça mínimo pode ser uma pequena engrenagem para uma circuito maior.                      Desta forma convido a todos a escrutinar,  venha dividir ou questionar sobre os assuntos aqui pautados sobre o mundo tecnológico.


1. Quem sou eu?


      Selfie desatualizada

                      Apenas um curioso como você tentando fugir das rotineiras tarefas do cotidiano semanal, assim podemos escrutinarmos de forma pausada e confortável sem perder o foco do objetivo principal, expandir os nossos conhecimentos.   


2.  Porque o Escrutina teve o seu início? 






                         Eu sempre gostei de coisas relacionadas à tecnologia, e a internet usada de forma sabia e com responsabilidade, pode ser uma mina de ouro para seu auto enriquecimento intelectual, profissional. Além de eu ter no momento  um tempo de sobra, para desenvolver esta tarefa de escrever para o Blog. Outro motivo que me levou   a criar esse blog foi que eu sou uma pessoa inquieta, que gosta sempre de aprender mais, matar minhas duvidas, e, com um blog, terei de pesquisar os assuntos dos mais variados dentro de nosso objetivo central, e assim aprendendo sempre mais e ajudando vocês, leitores, com o que quer que eu possa oferecer.



3. Qual o tema principal do Escrutina?




                         Como o objetivo inicial aqui foi falar sobre tecnologia, este será o tema e o foco principal, e evidente que falaremos de outros assuntos corriqueiros e banais, para descontrairmos, porém, a tendência é sempre estarmos aprendendo e escrutinando sobre a tecnologia.                


4.Como o leitor pode entrar em contato com o Escrutina?




                       Sei  que muitos de vocês leitores gostariam  de enviar emails contendo sugestões, pedidos, elogios ou criticas para o blog. Eu tenho isso em mente para um futuro próximo e em breve estarei disponibilizando um e-mail só para esta finalidade, o blog se importa com você, e queremos desfrutar de suas experiências e conhecimentos. Eu espero que tenha gostado do blog e àqueles que ainda não sabem por onde começar a escrutinar, que tenham ao menos conseguido algo de útil, e que muito em breve comece a compartilhar conosco o seu conhecimento, experimentos, pesquisas, seja um escrutinador faça parte deste grupo.  Boa sorte! Um abração à todos vocês, nos vemos por ai!


CONTAMOS COM VOCÊ, VOLTE BREVE!!!



segunda-feira, 13 de junho de 2016

Gênesis do Escrutina

“Iniciei meu blog para o curso, mas agora não sei como escrever minha primeira postagem!” Este pensamento pode ser uma tormenta tanto aos blogueiros iniciantes quanto os mais experientes. Pois, depois de idealizar a criação de um blog e de um turbilhão de ideias e pensamentos para postar, podemos sentir uma certa dificuldade na hora de fazer a primeira postagem e, até mesmo, ficar um tanto quanto perdidos sobre o que escrever. Assim, para ajudar a clarear a nós iniciantes e veteranos que ainda não fizeram a primeira postagem  neste novo blog, vou sugerir algumas dicas singelas a fim de auxiliar no início dessa prazerosa empreitada que é blogar.

Diga com que finalidade criou o blog
O que te impulsionou a criar o blog? Qual foi o motivo ou as indagações que lhe mostraram a necessidade de criar um blog com esse tema? Qual é a razão de existir do blog?  Enfim, explane seus sentimentos sobre  por que você criou o blog.

Escreva sobre qual será o assunto
Na primeira postagem você não precisa ir direto ao assunto. Faça uma breve introdução sobre o tema central do seu blog. Diga o que pretende abordar em seus textos. Coloque o leitor a par do que você irá escrever. Não é necessário se prolongar, seja breve. 

Apresente-se
É importante que o leitor saiba quem é o autor do blog. Diga um pouco a respeito de si mesmo. Fale sobre o que faz, o que gosta, onde trabalha ou estuda (se for interessante para o blog). Compartilhe apenas o que é importante ao leitor saber a respeito de você. Escreva de acordo com o seu público alvo. Cause uma boa impressão, mas sem exageros.

Mencione quais serão as suas ferramentas
Você pode dizer como será a sua maneira de compartilhar as suas ideias. Se irá conter vídeos, áudios e imagens, fazendo uso de um jeito especial e diferente de postar. Ou, até mesmo, sobre a divulgação do blog e a interação com o leitor por meio das mídias sociais.

Enfim, certamente que ideias não faltam. Mas, às vezes, começar é o mais difícil. Espero que com estas dicas tenha ajudado a dar um norte aos novos blogueiros, para que a primeira postagem seja feita sem tantas dificuldades e que esta seja a primeira das muitas postagens que virão. Boa postagem!
Ah! na segunda postagem abordarei a intenção deste blog, ou seja, a finalidade, até mais.
Em tempo: ainda estou indeciso quanto a layout, porém o tema será relacionado ao curso e outros temas a serem escrutinados.
abraços, vou dormir kkkkkkkkkkkkkkkkkk